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O que tem de bom por aqui?

Quem acorda pela manhã e diz: “Hoje vou passear no hospital!”?

Acho que ninguém, né? Por melhor que seja o hospital, não dá vontade de ir. Imagina agora uma criança passar dois, três, sete dias dentro de um hospital sem seus brinquedos, sem seus amigos, irmãos, parentes… Enfim, saindo da rotina, tomando remédios amargos, injeções e soro… Nada tentador!

Onde eu quero chegar com tudo isso? Calma, já vou explicar! Em um belo dia estávamos pegando as informações do dia no Hospital do Mandaqui quando avistamos a D., e ali mesmo, no corredor, já começamos os exames besteirológicos. Nenhum pum encravado, nem miolo mole, nem chulé seco. Tudo normal.

Fotografia da dupla dos Doutores da Alegria Sueli Andrade e Henrique Glomer no Hospital do Mandaqui.

Continuamos nosso dia de trabalho… E quem encontramos novamente? A D. virou nossa “sombra”, seguiu a gente pra tudo que é canto! Até tentei dar alta pra ela, mas foi em vão, por incrível que pareça ela não queria ir embora!

Voltamos no outro dia e ficamos sabendo que ela tinha feito um desenho nosso. O mais surpreendente veio a seguir: sabe por que ela fez o desenho? Porque perguntaram pra ela: “o que tem de bom por aqui?”. E para a nossa alegria, D. nos presenteou com sua obra de arte. Perguntinha porreta essa, que me fez ficar pensando, e essa pequena história, esse pequeno encontro, dentre tantos outros, é o que tem de bom por aqui

desenho d
Dr. Dus’Cuais (Henrique Rimoli)

Hospital do Mandaqui – São Paulo

 

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Se algum dia me vir chorando

Nem sempre os besteirologistas são queridos à primeira visita.

É preciso, muitas vezes, o tempo da conquista até que os laços de estabeleçam. E esse é o caminho que leva e eleva os encontros aos momentos felizes dentro de um hospital. E como nem tudo é fácil, é preciso persistir e achar, ao menos, uma brecha no meio de um choro imbuído de medo, manha ou outro sentimento de vulnerabilidade de uma criança, por exemplo, para a transformação crescer. 

Naquele dia, a pequena D. chorou bem depois de termos tido a permissão para entrar na enfermaria e de ter nos olhado três vezes. A sua mãe, fonte e porto seguro, não estava ao seu lado e isso agravou a reação. Enquanto ela chorava, as outras crianças esperavam, ávidas, a vez de a brincadeira acontecer com elas. É sempre comum, ao vermos uma reação de choro de uma criança, acreditarmos que não é conveniente nossa presença e partirmos. Nessas situações me pego pensando que sair, desistir, é o caminho mais fácil e previsível.

se algum dia me vir chorando2

Às vezes, claro que não dá para seguir, noutras tem sempre uma chance. E talvez eu acredite sempre na outra chance. É que o meu desejo por dentro e fora da máscara que uso é de ir além, de mudar, de conseguir conectar e estabelecer um canal de comunicação sem desistir tão fácil do encontro só porque tem choro. Isso é um desafio, um risco, um abismo cheio de possibilidades

E foi sem medo de partir o fio, e percebendo que aquele choro era porque ela acreditava que por trás daquela máscara não havia um ser gente, um humano chorão feito ela, que decidi ir além. Enquanto a razão pedia para sair, ir embora, a emoção pedia que arriscasse atravessar o limiar. Assim foi que, ao lado de sua mãe, retiramos o nariz vermelho de palhaço que somos e revelamos o “nosso segredo”. E eis que a fonte secou e o olho brilhou, mas sem rir.

Ela se viu no espelho dos nossos olhos e reconheceu uma criança, mais adulta que ela, e que sabia e queria brincar. 

se algum dia me vir chorando

E assim saímos, sem mais som nenhum de choro, apenas um olhar silencioso e curioso acompanhando nossas ações e brincadeiras com as outras crianças da enfermaria. Se fôssemos embora, desistido dela, o choro não seria alento do desconhecido. Ao menos agora, ela saberá que o mistério está além do que se quer ver e o que se vê é real como ela é. 

E se algum dia me vir chorando, não vá embora e nem desista de mim.

Dr. Lui (Luciano Pontes)
Hospital Barão de Lucena – Recife

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Imagine um hospital que…

Muitas conversas sobre o futuro dos hospitais vêm se dando ao redor do mundo. Aqui no Brasil, fóruns e congressos discutem novas maneiras de acolher pacientes, abordagens além-médicas para tratar doenças e formas de abrigar a crescente população idosa na sociedade. Mas talvez as conversas ainda aconteçam muito a portas fechadas, sem envolver vozes da comunidade, como os profissionais de saúde, os pacientes e ONGs que atuam no setor.

Uma organização quis virar a mesa, inverter os papéis. Em 2013, conduziu um experimento com pessoas de todo o mundo, abrindo um diálogo global sobre o papel dos hospitais no século 21. O Institute For The Future, localizado no Vale do Silício (Califórnia), atua com a missão de ajudar empresas e organizações a construir os futuros que desejam, prevendo tendências e comportamentos.

No experimento com hospitais, desenvolveram um jogo dinâmico e envolveram 637 pessoas de diferentes nacionalidades para, juntas, reinventarem um sistema de saúde que atenda às necessidades contemporâneas, com novas forças sociais, econômicas, tecnológicas e epidemiológicas.

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Como foi esse jogo?

Com duração total de 24 horas, o jogo consistia em um vídeo inicial com a proposta e três desafios partindo do pressuposto de que o modelo atual de hospital é insustentável e precisa de reinvenção. Os participantes precisavam repensar e discutir três problemáticas (abaixo) utilizando respostas curtas, de no máximo 140 caracteres.

 Os desafios…

+ dificuldades enfrentadas por departamentos de emergência
+ hospital como centro de bem-estar da comunidade, não apenas lugar para tratar doenças
+ papel que o hospital pode desempenhar para diminuir a lacuna entre as descobertas científicas e melhores resultados na saúde

E os resultados, quais foram?

Foram geradas 4.528 ideias! O Institute For The Future reuniu as mais expressivas e inspiradoras em um documento, disponibilizado em inglês em seu site (aqui, ó).

Eles destacam a ideia comum de ter hospitais menores que ofereçam serviços de cuidados atrelados a ferramentas digitais. Seria preciso reaproveitar os espaços físicos existentes, pensar as qualificações da sua força de trabalho e as estratégias para, de fato, conectar-se às comunidades locais. Muito inspirador! Outras percepções surgiram, como essas:

“Hospitais devem ser o epicentro de atendimento de urgências, mas não o único foco de um sistema de cuidados de saúde.”

“Poderiam tornar-se lugares que recolhem histórias de saúde, em vez de apenas coletar relatos de doença. Um lugar para falar, um lugar para ouvir.”

Depois do relatório inicial, a organização analisa mais profundamente todas as ideias, ameaças e oportunidades que surgiram do jogo. Um trabalho denso!

Imagine esse exercício sendo proposto em cada hospital pelo país. Uma construção coletiva com ideias de pacientes, médicos, um fórum aberto”, idealiza um dos jogadores. E nós também!

Doutores da Alegria bate na tecla de que o hospital precisa ser enxergado como um local em se respire vida e saúde; e que, portanto, pode ser habitado pela arte em suas mais diversas formas. O palhaço, a música, o teatro, a dança, a poesia… Todas essas manifestações artísticas afetam as relações, nos ensinam a pensar e a sentir o que não é dito ou traduzido de outra forma.

Diversos hospitais pelo mundo estão mudando seus interiores com este pensamento. Seria esse o primeiro pequeno passo para o hospital do futuro? 

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Doutores recomenda: “Bruxas da Escócia” com entrada gratuita

Shakespeare para crianças. Parece impossível? O diretor Angelo Brandini e a Cia Vagalum Tum Tum mais uma vez adaptam um clássico do dramaturgo inglês pela lente do olhar do palhaço.

“Macbeth” inspirou o espetáculo “Bruxas da Escócia“, que estreou em 2014 contando a história de um nobre e valoroso escocês que, após vencer uma batalha, é surpreendido por três bruxas que fazem previsões sobre seu futuro, sendo a mais surpreendente a de que ele em breve será rei. Tem duração de 60 minutos.

Bruxas da Escócia - Joao Caldas

Além de Brandini, o elenco traz artistas que integram o time de besteirologistas que atuam nos hospitais paulistanos. “Bruxas da Escócia” já tem seu reconhecimento e ganhou, em 2014, prêmios importantes, como Melhor Espetáculo com Texto Adaptado pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA).

Bruxas da Escócia 4 - Joao Caldas

Em abril tem apresentações no Teatro João Caetano e no Teatro Flávio Império, ambos em São Paulo, com entrada gratuita. Leve as crianças!

4 e 5 de abril às 16h
Teatro João Caetano 
Rua Borges Lagoa, 650 – Vila Clementino – São Paulo
mais informações aqui 

25 e 26 de abril às 16h
Teatro Flávio Império
Rua Professor Alves Pedroso, 600 – Cangaíba – São Paulo
mais informações aqui

Para acompanhar a agenda de espetáculos da trupe, visite o site www.ciavagalum.com.br

“A música me salvou”

No sudeste asiático tem um país que enfrenta problemas parecidos com os nossos. Lá, organizações sociais atuam em conjunto com o governo na tentativa de prover os direitos humanos mais básicos, como acesso à saúde e saneamento básico. O país foi classificado, ano passado, como um dos mais corruptos do mundo, e o índice de desenvolvimento humano o apresenta como mediano, ocupando a 136º posição (o Brasil fica em 79º).

O Camboja tem hoje pouco mais de 15 milhões de habitantes. Em sua história traz um regime autoritário e uma guerra devastadora que dizimaram grande parte de sua população, incluindo-se aí mais de 80% dos seus artistas e músicos. Arn Chorn-Pond, que era apenas uma criança quando a guerra bateu à sua porta, sobreviveu a ela através da música. Ele tocava flauta, entre outros instrumentos típicos, para manter soldados entretidos. “A música é a razão pela qual estou vivo hoje“, diz ele. Sua história é contada (em inglês) no jornal The Guardian de hoje. 

Arn Chorn Pond

Hoje, aos quase 50 anos, Arn Chorn-Pond é um ativista e dedica sua vida para preservar a herança cultural do Camboja. Ele criou, em 1998, a organização Cambodian Living Arts (CLA) que atua para transformar o país por meio da arte, reconectando artistas sobreviventes, oferecendo formação e programas para a comunidade. A CLA também promove um salário justo para os artistas do país. 

O ativista tem certeza de que a arte tem um poder transformador e o governo atual vem abrindo portas para a implementação de políticas culturais. “Hospitais são importantes para curar as pessoas fisicamente“, acredita Pond, “mas acho que a arte restaura a identidade, restaura a dignidade. Podemos unir as pessoas em harmonia, em paz.”

Semelhanças e diferenças à parte entre Camboja e Brasil, a arte é universal, seu entendimento ultrapassa fronteiras. A música salvou a vida de Pond e teceu sua bela trajetória. Doutores da Alegria busca melhorar a qualidade da saúde por meio de intervenções artísticas, fincando a bandeira de que o acesso à arte também precisa ser encarado como um direito básico e universal, inclusive para as populações mais vulneráveis, como dissidentes de guerras e pacientes em hospitais públicos.

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Você conhece uma história de alguém cuja vida foi transformada pela arte?  

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Ah, o circo vem aí!

Todo ano a gente fala sobre o Dia do Circo, comemorado no dia 27 de março. A data é uma homenagem ao nascimento do palhaço Piolin (Abelardo Pinto Piolin – 1897/1973), artista que personifica o circo brasileiro. 

Doutores da Alegria trouxe, ao longo dos anos, artistas oriundos do circo para compor seu elenco. Val de Carvalho, Du Circo e Duico Vasconcelos são alguns que até hoje realizam atividades relacionadas ao mundo circense. O palhaço Picolino, hoje com seus mais de 90 anos, compõe o nosso elenco de forma icônica, inspiradora. Na Escola, nossos alunos têm a oportunidade de aprender com alguns mestres do circo; também já abrimos a nossa sede para a exibição do documentário ”O Circo Paraki”, com a presença de grandes artistas brasileiros. Parece claro: o circo permeia o universo de trabalho dos Doutores da Alegria

dia do circo - luciana serra

Levar a arte para os lugares mais inabitáveis, mais adversos, também faz parte da função social do palhaço. Habitar hospitais públicos é uma escolha nesse sentido. O circo é uma casa de espetáculo itinerante e vai a lugares onde nenhum outro espetáculo ao vivo aparece. Nas cidades mais distantes, nos territórios mais remotos, a presença do circo está lá. Ele leva a arte e a cultura aos lugares mais inóspitos do país”, conta Marcos Teixeira, coordenador da área de Circo da Fundação Nacional de Artes (Funarte).

O Centro de Memória do Circo, guardião da memória circense, traz uma programação especial para comemorar o Dia do Circo, com visitas, oficinas e sarau. O centro fica na Galeria Olido, em São Paulo.

Hoje Tem Espetáculo

Fica o nosso convite para que você compareça ao centro ou compartilhe com seus amigos. Que o circo possa ser sempre evocado em nossas memórias! E que as famílias circenses possam se sentir abraçadas pelo nosso trabalho! Ah, o circo vem aí!

É Querida, é?

De volta aos atendimentos do IMIP, passávamos pela praça interna quando, de repente, uma senhora gritou:

- Mary En!

Imediatamente a reconheci, tanto ela quanto a sua filha, que agora está muito maior, e para minha surpresa não é mais tímida. Medi o meu tamanho com o dela e logo constatamos que eu parei de crescer e ela não!

Também reencontrei um paciente muito querido, que, assim como a outra paciente, cresceu tanto, mas tanto que já passou de mim. Eu, claro, fiquei muito feliz quando o vi (mas nem tanto por eu ter parado de crescer!) e fiz questão de apresentá-lo para a dra. Baju, que, de pronto, tocou uma linda música de reencontros. Ao voltar para casa, refleti sobre as vitórias da vida e sobre o quanto as crianças são vitoriosas. 

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Baju também guarda algumas recordações felizes de reencontro no IMIP e compartilha algo que, acredito, acontece com todos nós:

Para um palhaço, ser lembrado por alguém (criança, mãe, pai, enfermeira, auxiliar de enfermagem, ascensorista, médico, etc.) é algo que toca bem no coração. Mas, vamos combinar que isso não é só coisa de palhaço, né? Ou vai me dizer que seu peito não enche de alegria quando uma pessoa lhe diz Fulana perguntou por você?

Palhaço gosta de ser amado e é assim que a gente se sente quando fica sabendo dessas coisas: totalmente acolhidos. Aqui no IMIP, eu e o Dr. Micolino tivemos a oportunidade de experimentar e inaugurar o nosso trabalho na Pediatria Geral, em 2011. Depois desses anos todos, eis que estávamos nos dirigindo para o prédio da Oncologia e uma senhora me interrompe a caminhada:

- Ei, Baju, não vai mais lá no 3º andar, não, é? 

e querida e

Durou uns três segundos, mas, internamente, vasculhei o meu HD cerebral e fiz uma viagem de quatro anos pelo túnel do tempo até devolver:
- Você é a Querida, é?

E a senhora respondeu sorrindo:
- É! 

“Querida” é a filha dela que, na época, tinha 4 anos e ganhou esse codinome quando, numa “disputa” comigo, a pequena respondeu:
- Eu também uso batom, querida!

Boas lembranças, bons reencontros.

Dra. Baju (Juliana de Almeida) e Dra. Mary En (Enne Marx)
Instituto de Medicina Integral Prof. Fernandes Figueira – Recife

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Doutores recomenda: As Travessuras de Mané Gostoso

Um inventor de causos, “mutreteiro”, vive tranquilo até a chegada de um forasteiro que lhe desafia…

Que tal levar a família neste sábado para assistir à premiada peça As Travessuras de Mané Gostoso? O espetáculo, indicado para crianças a partir dos 6 anos, será apresentado neste sábado, dia 28 de março, às 16h na Mostra Marco Camarotti de Teatro para Infância e Juventude, no Recife.

A trama traz o personagem Mané Gostoso, que, desafiado pelo forasteiro, é levado à prisão. Depois de solto, recebe um tiro de um desconhecido e morre. A partir daí, surgem o Anjo e o Diabo, que disputam a sua alma. Será que com sua esperteza, Mané vai conseguir enganar o diabo? Os artistas Luciano Pontes e Arilson Lopes, mais conhecidos como dr. Lui e dr. Ado nos hospitais pernambucanos, integram o elenco da peça.

Não perca! Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria local (SESC Santo Amaro – Teatro Marco Camarotti – Rua Treze de Maio, 455) e mais informações podem ser obtidas pelos telefones (81) 3216-1713 e (81) 3216-1714.

travessuras de mane gostoso

#orgulhosus

Você é usuário do SUS, o Sistema Único de Saúde? Ou faz parte dele atuando como profissional de saúde?

Inspirado em movimentos globais, o Conselho Municipal de Saúde trouxe para o Brasil o Dia do Orgulho SUS, a ser comemorado no dia 21 de março. O movimento, simbolizado pela hashtag #orgulhosus, convoca os usuários e profissionais do sistema de saúde a darem ideias de como melhorar a assistência ao paciente dentro do serviço de saúde.

orgulho sus

A sociedade, de forma geral, também pode participar. E todas as unidades de saúde de Atenção Primária vão realizar ações para comemorar a data e incentivar profissionais de saúde, agentes comunitários e usuários a se engajarem no movimento. A campanha tem base nas redes sociais e convida todos a refletirem:

Qual o seu compromisso para melhorar o SUS?

Se você é médico, como pode melhorar o atendimento? Usuário, o que você pode fazer? Avisar quando não puder comparecer às consultas? Que tal doar sangue?

Como organização social, Doutores da Alegria tem o compromisso de qualificar as relações humanas nos hospitais públicos por meio da arte do palhaço, agindo em benefício do outro e acreditando na alegria como potencializadora da saúde. Nós participamos do #orgulhosus com a figura do nosso fundador, Wellington Nogueira:

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Como participar da campanha #orgulhosus e mostrar seu compromisso com a saúde

1 - Pense no que você pode fazer para melhorar o SUS. Vale tudo! Ações simples podem fazer a diferença.

2 - Desenhe a marca do #orgulhosus (a carinha com sorriso), escrevendo, no lugar do sorriso, o seu compromisso.

3 - Poste a foto no Instagram, Facebook ou Twittter com a hastag #orgulhosus

4 - Agora, comece a agir!

Dá uma olhada na galera que já está participando da campanha!
E descubra mais em instagram.com/orgulhosus

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Doutores recomenda: A Saga do Heroi Morto

Que tal levar a família para ver um espetáculo cômico gratuito em um domingo no Sesc Belenzinho, em São Paulo?

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Nos dias 22 e 29 de março (domingos), às 16h, o espetáculo A Saga do Heroi Morto toma a área de convivência do Sesc Belenzinho, localizado na zona leste da capital (Rua Padre Adelino, 1.000, Belenzinho). As apresentações são gratuitas e recomendadas para todas as idades e trazem em cena o ator Nilson Domingues, mais conhecido como o dr. Chicô nos hospitais paulistanos.

A comédia reconstrói um contexto histórico da Idade Média em plenos dias atuais, contando a trajetória de falsos cavaleiros andantes, seus desafios e desventuras rumo ao reinado de Cameló. A morte de um honrado homem em uma taberna é o ponto de partida desta aventura para conquistar uma grande recompensa oferecida pelo rei de uma província ameaçada pela invasão dos bárbaros. Entre ninfas e maldições, esses nobres cavaleiros recontarão a jornada do herói, mesmo que seja pela tortuosa e divertida visão deles. Mais informações aqui.

Criado pela Cia Caixote de Teatro, o espetáculo tem duração de 50 minutos e… Doutores recomenda!