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Com orgulho

O Festival de Cenas Cômicas, organizado pelo grupo Parlapatões em São Paulo, reuniu uma grande plateia na semana passada. No palco, comediantes, palhaços, artistas independentes e grupos que trabalham com humor apresentaram cenas na quarta edição do evento.

Para os organizadores, o Festival traz a possibilidade de trocar, conhecer outros trabalhos, novas linguagens e aproximar os artistas. Antes do grande dia, foram quatro eliminatórias, duas semifinais e nove cenas classificadas. E para a nossa maior alegria, a grande vencedora foi a Trupe Um Quilo e Meio de Variedades com “Total Eclipse”.

total eclipse

Explicamos: Erickson Almeida, Jones Marinho e Julio Fuska foram alunos da nossa Escola, no Programa de Formação de Palhaço para Jovens, onde tiveram contato profundo com a linguagem do palhaço. Com frequência participam de eventos promovidos pelos Doutores da Alegria, como as Mostras de Criação Artística (Mocrea). Hoje os três têm carreiras sólidas e integram o mercado artístico. 

Com grande orgulho apresentamos “Total Eclipse” com a Trupe Um Quilo e Meio de Variedades!

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Uma receita de felicidade?

A Psicologia pode realmente tornar as pessoas mais felizes?

Foi com essa pulga atrás da orelha que um professor investiu em muita pesquisa e fundou, no ano 2000, o campo da Psicologia Positiva, que promove o estudo e o impacto das emoções positivas e dos diferentes tipos de felicidade na experiência humana.

O dr. Martin Seligman dirige o pioneiro Centro de Psicologia Positiva da Universidade da Pensilvânia (EUA), dedicado ao desenvolvimento de ferramentas clínicas e à formação da próxima geração de psicólogos positivos.

martin seligman

Em um de seus estudos, Seligman e sua equipe buscaram saber como alguém poderia obter satisfação em sua vida, espantando a infelicidade e o vazio. Para isso, fracionaram o conceito de felicidade por acreditar que ela vai além das emoções puramente positivas.

Vida agradável
Regada somente a prazeres momentâneos e emoções positivas que vêm e vão rápido, como comer um chocolate ou assistir televisão.

Vida boa
Envolve atividades como o trabalho, o amor e a criação de filhos.

Vida com significado
Saber seus pontos mais fortes e utilizá-los a favor de algo maior que você, altruísmo.

Após uma série de pesquisas com milhares de pessoas e evidências sólidas, descobriram que a vida mais satisfeita – ou plena – é aquela que envolve as três esferas acima, de forma integrada e harmoniosa. A vida com significado é a que contribui mais fortemente para a felicidade, seguida da vida boa. A vida agradável não tem quase nenhum efeito sobre os índices de satisfação com a vida, mas ela se torna a cereja do bolo quando se tem as outras duas dimensões.

No vídeo abaixo, que traz uma palestra sua no TED em 2004, ele explica melhor o estudo:

No livro Felicidade autêntica – usando a psicologia positiva para a realização permanente, Seligman aborda o estudo e propõe alguns exercícios para alcançar a vida plena:

- aumentar a durabilidade dos prazeres e das emoções que se vão rápido (por exemplo, permitindo-se comer um chocolate por dia e desfrutá-lo com calma);

- desenvolver nossas virtudes e forças pessoais a fim de produzirem gratificação, e, portanto, felicidade autêntica (como recriar seu trabalho e aproximá-lo de uma vocação);

- buscar algo maior que nós mesmos.

Quem bota fé? A felicidade tem uma receita?

O interessante é notar que este campo da Psicologia se dedica a tornar a vida de pessoas comuns mais gratificante. O Centro de Psicologia Positiva e o dr. Martin Seligman continuam com diversas pesquisas e testes abertos (em inglês) no site www.authentichappiness.sas.upenn.edu.

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Doutores recomenda: O Pavão Misterioso

Mais uma recomendação para toda a família! Estreia em São Paulo “O Pavão Misterioso”.

O espetáculo une teatro, circo, música e literatura de cordel. A história tem base no enredo de O Romance do Pavão Misterioso, clássico da literatura de cordel escrito por José Camelo de Melo Rezende, e traz uma situação vivida por dois irmãos muito ricos, um conde malvado, uma donzela presa num quarto de sobrado, um inventor cheio de ideias malucas e um pavão misterioso.

o pavao misterioso

A estreia aconteceu neste sábado, 27, e segue em cartaz até 6 de setembro no Teatro Alfa (R. Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro). Aos sábados e domingos, sempre às 17h30. Os ingressos curstam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia entrada). Mais informações no site do teatro.

O trabalho é do Grupo Namakaca e traz no elenco Cafi Otta, Montanha de Carvalho e Du Circo (ao centro na foto), que integra o elenco paulistano dos Doutores da Alegria como o dr. Pinheiro. A direção é de Rhena de Faria. E Doutores recomenda!

o pavao misterioso

E a cor importa?

Nesse último mês eu, Dr. Dus’Cuais, tenho trabalhado com um lenço de bolso.

Este, que é um item de muita elegância entre os homens, trouxe uma pulga atrás da orelha e me deixou muito intrigado.

Estamos no século 21. O mundo todo recebe informações em tempo real, cada dia que passa evoluímos em questões que antes não se falavam, antigamente as mulheres não podiam nem votar e hoje ocupam presidências… Então por que, ainda, dizemos que azul é cor de menino e rosa é de menina?

Pois é, meu lenço de bolso é rosa, e ouvi muitas coisas só por conta de sua cor.

- Huuuum e esse lenço?
- Nossa, lencinho rosa! 

A cor acabou ficando mais importante do que sua utilidade.

a cor importa

Eu, como bom cavalheiro, uso meu lenço para colocar numa poça de lama, para que uma dama possa passar sem sujar os sapatos. Posso “dar tchau” balançando o lenço porque fica muito mais chique do que um “tchau normal” e também posso emprestar meu lenço para alguém que estiver com vazamento de água nos olhos.

Enfim, além de ser algo muito elegante, o lenço também tem várias utilidades. Mas a pergunta que eu te faço é:

- E a cor importa?

Em tempo: dia desses eu e o dr. Chicô aparecemos com uma câmera na cabeça e gravamos nosso dia de trabalho. As imagens ainda estão na edição, mas em breve teremos cenas inéditas do ponto de vista de um besteirologista. Não perca!

Dr. Dus"Cuais (Henrique Rímoli)
Hospital do Mandaqui – São Paulo

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Um irmão palhaço

Ao chegar à emergência do hospital, nos deparamos com um casal cuidando de um menino que dormia.

- Você é pai?, perguntamos ao homem.
- Sim, sou!, ele respondeu.

Ao ouvir isso, me dirigi a ele de braços abertos:
- Papaaaai, papaaaai!
- Meu filho!, gritou ele, entrando no jogo.

E então, em câmera lenta, corremos um para o outro. Parecia cena de filme.

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A enfermaria toda parou pra ver e, quando nos abraçamos, a sua esposa disse:
- Ôxe, tenho filho desse tamanho, não! 

Ela se referia a mim, Dr. Dud Grud, o maior médico da Besteirologia, com 1,90m de altura. Prontamente o pai disse que foi uma aventura do passado, causando a maior ciumeira!

Falei que ia colocar ele no ritmo pra poder cantar e sacolejar, ops, quis dizer ninar o meu irmãozinho nos momentos de choradeira. Ele dançou e cantou, uma felicidade! E no final da ritmologia, falei que ia levá-lo comigo, pois um pai desses a gente não encontra em qualquer canto e nem todo dia. Aí foi que sua esposa foi ficando brava e a ciumeira aumentando… Pedi pra que ele escolhesse, e claro que ele preferiu cuidar do meu irmão mais novo, né?

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A despedida foi igual ao encontro: uma corrida em câmera lenta ao som da música do filme Carruagem de Fogo, aquela tema dos Jogos Olímpicos.

Só que na hora do abraço, eu o levantei quase como um troféu e a emoção naquele momento era tão grande, tão grande, que caímos os dois no chão, como uma cena clássica de dois palhaços de circo! Ufa, foi aí que conseguimos tirar um sorriso da esposa ciumenta.

No plantão seguinte, nos encontramos na enfermaria.
- Olha aí o meu filho médico!

Reproduzimos mais uma vez a cena do encontro em câmera lenta, dessa vez sem cair, sem ciumeira e como uma despedida mesmo, pois demos alta pro garotinho que, com certeza, quando crescer saberá que um dia teve um irmão palhaço.

E olhe, toda essa história de papai aconteceu em maio, em pleno mês das mães! Será que em agosto em encontro uma nova mãe?

Dr. Dud Grud (Eduardo Filho)
Hospital Barão de Lucena – Recife

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Empatia e a capacidade de ouvir o outro

A prática da Medicina tem por motivação inicial a relação entre o médico e o paciente. Essa conexão envolve acolhimento, confiança e empatia.

No dicionário, empatia significa “a capacidade psicológica para sentir o que sentiria outra pessoa caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela”. Neste caso, antipatia seria um distanciamento e indiferença do médico em relação ao paciente, e foco exclusivo na doença.

A Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (FCM – Unicamp) vem desenvolvendo um projeto de pesquisa que propõe a empatia para melhorar a relação médico-paciente, uma vez que se constatou que a maioria dos alunos do último ano não se sentia à vontade com seus pacientes.

“A faculdade dá conhecimento técnico, mas não ensina a ser médico, a lidar com pessoas, a essência da profissão”, conta o coordenador do projeto, Marco Antonio de Carvalho Filho, que notou uma tendência de perda da empatia durante o curso de graduação em Medicina.

O projeto caminha em direção a uma Medicina mais humanizada e abrange novas práticas em sala de aula: simulação de consultas com casos clínicos complexos, debates reflexivos e treinamento de habilidades interpessoais e de comunicação.

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“O processo pedagógico é baseado no reforço positivo, não sendo raro os alunos se emocionarem durante a intervenção. Para alunos e professores, a atividade resgata a motivação inicial que os levou a escolher a profissão”, conta Carvalho Filho.

A proposta vai ao encontro dos esforços da ONG Doutores da Alegria. A faculdade propõe o ensino da empatia para seus jovens alunos, enquanto Doutores utiliza a arte para qualificar as relações nos hospitais. Ambos acreditam que a capacidade de ouvir o paciente é uma das peças chaves da empatia – assim, médico e palhaço se colocam a serviço do outro.

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Mais de 500 alunos já passaram pelo projeto, que foi analisado pelo médico e pesquisador Marcelo Schweller em sua tese de doutorado. A pesquisa de Schweller, que envolveu diversas práticas, constatou que 94% dos estudantes acharam que a capacidade de ouvir o paciente estava melhor. 

E foi além: 91% acreditam que a capacidade de ouvir outra pessoa também está melhor…

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O que rima com…

A dupla de besteirologistas Charlito e Lola resolveu fazer um concurso de rimas no hospital.

Afinal, médico que é médico precisa treinar sua linguagem falada, já que a escrita é caso perdido, sempre indecifrável. Convocaram todas as crianças, pais e profissionais de saúde para participar do desafio e saíram rimando tudo o que viam pelo caminhoNa entrada do hospital, a disputa foi assim:

Charlito: catraca rima com babaca!
Lola: crachá rima com paxá!
Charlito: escada rima com pelada!
Lola: corredor rima com cobertor!
Charlito: criança rima com lembrança!
Lola: enfermeira rima com banheira!
Charlito: pandeiro rima com dinheiro!

rima com - luciana serra

E seguiram caminho, entrando pelas enfermarias, desafiando todos os passantes:

Lola: injeção rima com escuridão!
Charlito: soro rima com choro!
Lola: cama rima com dama!
Charlito: cirurgia rima com bacia!
Lola: cadeira rima com madeira!
Charlito: banho rima com ranho!
Lola: curativo rima com aperitivo!

rima com - nina jacobi

Quando entraram na Hemodiálise, havia uma grande concentração de mães, enfermeiras e crianças. A dupla começou a fazer rima com o nome de cada pessoa:

Lola: Charlito rima com cabrito!
Charlito: Lola rima com cebola!
Lola: Patrícia rima com delícia!
Charlito: Vitória rima com história!
Lola: Marieta rima com… lambreta!
Charlito: Raimunda rima com… Barra Funda!
Lola: Marilu rima com… chuchu!

Até que a dupla chegou animada para a mãe do nosso querido amigo boliviano…

Lola e Charlito: Qual é o seu nome?
Ela: Matilde!
Lola e Charlito: Matilde? Matilde… Matilde rima com… Matilde…?

rima com - nina jacobi

Nada… Todos começam a rir da falta de jeito da dupla, que saiu do quarto cabisbaixa, tendo que aturar os comentários de desdém de enfermeiras e crianças:
- Precisam estudar mais, hein?
- Não foram na escola?
- Não sabe, não sabe, vai ter que aprender, orelha de burro, cabeça de ET…! 

PROCURA-SE RIMA PARA MATILDE. PAGA-SE BEM!

Dra. Lola Brígida (Luciana Viacava) e Dr. Charlito (Ronaldo Aguiar)
Instituto da Criança – São Paulo

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Beaba do câncer

O que é um cateter? Já fez o mielo hoje? Perdeu o acesso?

Se você não tem a mínima ideia do que são essas perguntas, a gente dá uma dica: elas se relacionam com o câncer. E tem uma organização que está desmistificando a doença e informando de maneira clara, objetiva e otimista sobre tudo isso.

A ONG Beaba é formada por pacientes, médicos, profissionais de saúde, empresários e voluntários. Eles fazem eventos, palestras, visitas a hospitais, pesquisas e análises científicas para ajudar os pequenos com câncer a enfrentar a doença.

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Dá uma olhada no vídeo que eles prepararam pra contar um pouco mais sobre a sua missão:

Beaba TeaserBecause we care.

Posted by Beaba on Domingo, 29 de setembro de 2013

Pra saber mais sobre os projetos da ONG Beaba, acesse www.beaba.org.

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Quando a vida real invade a ficção

Pororoca está grávida. Verdade ou mentira? 

Uma palhaça grávida. Existe isso? Palhaço tem filho? Vida lá fora? Palhaço é gente? 

Quando uma pista da nossa vida real se torna evidente, é impossível que essa informação não invada o jogo, não permeie os encontros e as relações que construímos no hospital. Nos últimos meses tem sido assim. Dra. Pororoca, gravidíssima, caminha pelos corredores do Hospital Universitário exibindo um barrigão protuberante e deixando um rastro de interrogação cravado na testa de pais, acompanhantes, crianças e profissionais da saúde, limpeza e segurança.

pororoca esta gravida

Verdade ou mentira? Primeira grande questão.
Quem é o pai? Dr. Mané? Outra dúvida frequente.
Menino ou menina? Perguntam em coro.
Qual o nome? A curiosidade saltita.

Muitos não resistem e passam a mão na pança arredondada, emitindo quase que instantaneamente um grito, misto de riso, aflição e surpresa:
- É verdade!!

E todos correm para comprovar, num passa mão na barriga pra lá, passa a mão na barriga pra cá… E quando perguntam o que é, Pororoca não titubeia:
- É gente!
- Ele é o pai?, perguntam referindo-se ao doutor Mané Pereira.
- Ihhhhh, para fazer isso preciso ler o manual!, responde Mané ruborizando a careca.
- E o nome?
- É Psiu! Vem, Psiu, tomar banho! Coloca um casaco, Psiu! Um nome fácil de decorar e muito prático. 

Por fim, a vida real invade mais uma vez a bobagem e o bebê de Pororoca – Pororoco, Psiu, Cá ou Joaquim – vai se tornando oficialmente parte do jogo, mezzo ficção, mezzo realidade.

Trabalhamos em trio, dois adultos e um bebê na barriga.

A vida secreta de um palhaço gera muita especulação, o olhar sobre a figura muda, a pessoa por trás da máscara cresce e por vezes torna-se mais interessante do que o palhaço em si, e o desafio é mesclar os universos, partilhando e reinventando essa história, a narrativa sobre a gestação real de uma palhaça inventada, uma história criada a cada dia e feita por muitas pessoas.

Fotografia da Dupla Du Circo e Ju Gontijo no Instituto da Criança no Hospital das Clínicas.

No berçário, a gravidez cai como uma luva, gerando identificação imediata com quem acaba de vivenciar essa experiência. Trocamos figurinhas sobre amamentação, parto, troca de fraldas, choro, tudo sob a ótica do palhaço, da Besteirologia, mas com um dado – a gravidez evidente – que potencializa o jogo, elevando a complexidade dos encontros.

E para completar, Pororoca terá o filho no próprio hospital, passando de doutora a paciente, de pessoa palhaça para pessoa gente, com RG e CPF. A vida real invadindo de maneira mais radical a criação artística. Mas essa história fica para um próximo capítulo…

Dra. Pororoca (Layla Ruiz)
Hospital Universitário – São Paulo

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Doutores recomenda: A Saga de Dom Caixote, Trueque e As Levianinhas

Neste feriado, Doutores da Alegria recomenda três espetáculos em São Paulo para adultos e crianças. Junte a família e bora pro teatro!

A Saga de Dom Caixote 

A Fabulosa Trupe de Variedades inspirou-se no clássico “Dom Quixote de La Mancha”, de Miguel Cervantes, para contar a história de um sujeito ingênuo e atrapalhado que, de tanto ler histórias de cavalaria, resolve transformar-se em um cavaleiro andante e sair em busca de aventuras, sempre acompanhado de seu fiel escudeiro Sancho Manco. Com muita música, bonecos e teatro de sombra. Com Monique Franco e Henrique Rimoli, integrantes do elenco paulistano dos Doutores da Alegria. Direção de Fernando Escrich.

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Quando e onde assistir
De 6 de junho a 26 de julho, sábados e domingos às 16h
Teatro Alfa – São Paulo
R. Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Jd. Dom Bosco
ingressos R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia entrada)
http://www.teatroalfa.com.br/espetaculos/A-SAGA-DE-DOM-CAIXOTE

Trueque

Espetáculo de palhaças que mistura circo e teatro, da Cia Animée, nascido no Recife. Trueque significa “troca” e é estruturado a partir da experiência de atuação das palhaças Mary En e Tan Tan nos hospitais, com cenas baseadas nas memórias corporal e afetiva das atrizes. A peça traz momentos de simplicidade, graça e beleza, tendo a música como fio condutor. Cenas clássicas circenses também fazem parte do espetáculo, com uma releitura especial sob a ótica das palhaças. Com Enne Marx e Tamara Floriano, integrantes do elenco pernambucano dos Doutores da Alegria. Direção de Fernando Escrich.

Cecilia Lima

Quando e onde assistir
6 e 13 de junho às 16h
Sesc Campinas – São Paulo
Rua Dom José I, 270/333 – Bonfim, Campinas
http://www.sescsp.org.br/programacao/64961_TRUEQUE

As Levianinhas

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O pocket show conta com quatro palhaças atrapalhadas. Elas cantam e tocam ao vivo músicas voltadas ao público infantil. Com as atrizes Enne Marx, Tamara Floriano e Juliana de Almeida, do elenco pernambucano dos Doutores da Alegria. Da Cia Animée.

Quando e onde assistir
7 de junho às 12h
Sesc Santo André
R. Tamarutaca, 302 – Vila Alpina, Santo André
http://www.sescsp.org.br/unidades/37_SANTO+ANDRE/#/content=programacao