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O palhaço conta Doutores da Alegria

Cinquenta pessoas na plateia e uma palestrante contando o que é que uma organização de palhaços faz. A palestrante, é claro, é uma palhaça. Ela conta que a história dos Doutores começa lá em 1991, quando Wellington Nogueira volta de Nova York com uma mala de palhaço nas costas e decide bater à porta de um hospital.

“O palhaço encontrou porque a porta estava aberta!” – brada Thaís Ferrara, a palhaça palestrante, ou como adoramos dizer, a palhestrante. Ela continua: “Os Doutores da Alegria gostam de abrir picada, sabe? Abrir uma clareira em um hospital, habitá-lo culturalmente”. Ela conta toda a trajetória da ONG, todo o movimento que levou o conhecimento dos Doutores do hospital para o palco, para a rua, para a internet.

É gostoso ouvir quando ela diz que estamos chegando aos 20 anos já tramando a nossa sustentabilidade. Por que é isso que um jovem adulto quer – sua autonomia, sua liberdade…  enfim, ganhar o mundo! Lá pelas tantas, vêm as perguntas: “Como estar em outras unidades, fora de São Paulo, onde tudo começou?”. A resposta, na lata: “O palhaço tem sotaques diferentes!”. A metodologia é uma só, mas os caminhos são diferentes.

Eis que Thaís Ferrara e toda a plateia são surpreendidos.  Daqui pra frente, a gente não pode contar o que acontece, mas você pode saber – e participar da surpresa – vindo à nossa próxima palhestra. Até lá!