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E lá se vai 2012. O ano recebe alta e deixa de figurar em nosso dia a dia. Foi em 2012 que completamos 21 anos e traçamos os caminhos para os próximos anos. É, amigo, a maioridade nos chama a atuar como gente grande! E antes de fechar o calendário, pular sete ondinhas e comer uva fresca, que tal relembrar alguns fatos marcantes e fazer um balanço do ano? Começamos por nosso trabalho-mãe, o programa de palhaços besteirologistas em hospital. Veja nos links coloridos abaixo algumas boas histórias postadas aqui em 2012.


Foram mais de 60 mil crianças visitadas nos onze hospitais atendidos pelo programa dos Doutores da Alegria. Algumas tímidas, outras falantes. Desconfiadas, amorosas, carentes, pensativas. Conhecemos crianças de tudo que é jeito. O menino D., da Oncologia do IMIP (Recife), que se revelou um palhaço nato. O pequeno M., do berçário do Hospital Universitário (São Paulo), a quem chamamos de “príncipe” e revelamos sua futura majestade. Outras crianças conhecemos há tempos, como nossos amigos M. e G., do Hospital do Mandaqui (São Paulo). Seu vocabulário mudou. Seus interesses também.

Auto de Natal no Instituto da Criança (São Paulo)

Além do Auto de Natal, que invadiu os hospitais atendidos em dezembro, duas experiências de hospital foram marcantes neste ano: a visita noturna e a visita solitária. Nesta última, o Dr. Dadúvida foi sozinho ao Hospital do Campo Limpo (São Paulo) para um dia diferente. Veja aqui. E poxa, também vivenciamos momentos de dor no dia a dia do trabalho.O Dr. Zequim Bonito e a Dra. Emily escreveram sobre estratégias particulares para a perda.

No Recife, o Bloco do Miolinho Mole levou o carnaval de rua pra dentro dos hospitais. Se você pensa que o soro é água, meu amigo, o soro não é água, não! Dançamos frevo com mais de 2.600 pessoas entre crianças, profissionais de saúde e acompanhantes.

E como somos médicos besteirologistas, especializados em besteiras, bobagens e bobisses, tratamos de convidar a comunidade de palhaços para um congresso diferente: o 2o. Encontro Nacional de Palhaços que Atuam em Hospital. Além de falar das últimas novidades no tratamento do ronco comprido e da anatomia da língua presa, também oferecemos oficinas e mesas redondas aos mais de 100 participantes de 11 Estados diferentes.

Outra novidade foi o projeto Plateias Hospitalares, que convidou artistas a se apresentarem em cinco hospitais de São Paulo. É, minha gente, o hospital também pode ser teatro, pode abrigar cultura e arte. O projeto já acontece no Rio de Janeiro desde 2009 e 2013 promete ser o ano de fixação em São Paulo. Olha só as fotos!

Do hospital para a sala de aula, a Escola abrigou 99 alunos e trouxe o mestre Norman Taylor para falar de palhaço. Curiosos sobre a arte do palhaço e artistas profissionais passaram por aqui, deixaram rastros e levaram aprendizados diversos. Ano que vem tem mais aula.

Palhaços em ConSerto


Também levamos o dia a dia dos hospitais para os palcos por meio da Roda Besteirológica e dos musicais Palhaços em ConSerto e Senhor Dodói. Sim, caro leitor, os palhaços que atuam nos hospitais são artistas profissionais e parte de sua busca pelo aprimoramento vem dos palcos. Conheça os nossos espetáculos.

Dra. Guadalupe

Diversas empresas nos convidaram a visitar seus funcionários durante o ano. Encontramos muitos casos de voz frouxa e pessoas que engoliram sapos. Depois do diagnóstico e do tratamento, o resultado: atestamos as veias cômicas dos funcionários, que voltaram a funcionar. Ufa! No total, mais de 22 mil funcionários atingidos. Veja aqui as nossas soluções para empresas.

E para acabar a retrospectiva, fique com a linda carta de final de ano que a Dra. Guadalupe escreveu para o Instituto de Tratamento do Câncer Infantil (São Paulo).

Agradecemos por sua companhia durante o ano e aproveitamos para lembrar: consulte sempre um Besteirologista! Nos vemos em 2013!