Devido à uma viagem do Dr. Titetê da Unidade Pão de Queijo, recebemos a visita da Dra. Brisa e da Dra. Guadalupe, recém transferida para o Hospital das Clínicas da UFMG, para ajudar o Dr. Custódio e a Dra. Pororoca.

Da visita das duas Besteirologistas, falemos primeiro da Dra. Brisa, grávida de um batráquio, entrou em trabalho de parto justo na CTI Infantil, isso que é instinto maternal! Deu à luz a uma verde e estonteante Perereca. Correu tudo bem e andamos à procura do pai para o batizado e continuidade da espécie muito comum nos arredores de nossa Belzonte.

A visita da Dra. Guadalupe trouxe uma questão que colocamos como temática nesse relatório. Trata-se da “PORTA”. Segue algumas definições aurelianas: “abertura em parede ao nível do solo para dar entrada ou saída; ponto por onde se entra ou sai de algum lugar; ponto por onde se passa para atingir outro mais distante; maneira de sair de uma dificuldade, solução, recurso, saída”.

Para a Besteirologia, porta é um cartão de visitas, nosso porta-retratos, limite entre o sim e o não; espaço cênico onde um é pouco e dois pode ser demais… Um aquário onde peixes coloridos ou nem tanto se exibem aos olhos de um ou poucos mais; a tela de um belo filme de amor; um jardim florido ou o que quer que passe pela cabeça de duas antas. Dessa palavra surge um substantivo muito apreciado pelos Besteirologista: “PORTADA”! Quando bem dada, acerta no alvo e ajuda manter a coloração de seus narizes. Deriva também um adjetivo importante para essa ciência em franca expansão: “PORTADOR”. Sim, isso mesmo, todo besteirologista porta trecos e cacarecos em seus bolsos, tontices, tagarelices e outras ices que, de tantas, nem cabem nos jalecos.

Editores: Dr. Custódio, Dra. Pororoca e Dr. Titetê