Inicialmente, os Doutores da Alegria colocam o programa de visitas em funcionamento por um período experimental de três meses.
Após a primeira avaliação, feita em conjunto com a diretoria do hospital e a equipe pediátrica envolvida com o programa, e uma vez decidido que o programa deve permanecer, o trabalho da dupla de palhaços continua por mais seis meses, quando ocorre, então, nova avaliação.
A permanência dos Doutores da Alegria num hospital está ligada ao potencial de parceria que garanta a manutenção do trabalho, à qualidade do diálogo entre as equipes de ambas as instituições e a avaliações periódicas (anuais) que constatem que a relação gera inspiração tanto para os palhaços quanto para o hospital e os pacientes.
O tempo que uma dupla de besteirologistas usa em cada visita tem prazo: muito tempo de visita, passa do ponto; pouco, fica cru; mas quando na dose certa, faz a criança levantar, brincar, seguir os palhaços no corredor, abre o contato com a enfermagem, a mãe se anima e dá vontade que chegue logo a nova visita. Assim acontece com o tempo em que permanecemos num hospital. Palhaço não pode começar a passar despercebido e muito menos a ser confundido com as macas!