Nem só bebês nascem nos hospitais

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A experiência vivida nos hospitais tem influenciado artistas que por lá passam.

As relações humanas, a saúde e a doença, os diálogos, as emoções… Tudo é fonte de inspiração para quem trabalha com arte e, através dela, atribui novos significados para a vida.

No projeto Plateias Hospitalares, desde 2009 no Rio de Janeiro, os espetáculos saem dos teatros para serem apreciados por pacientes, profissionais de saúde e acompanhantes. Agora, devagarzinho, vem acontecendo um caminho inverso: espetáculos nascem nos hospitais. E depois vão para os palcos. Veja três exemplos recentes:

O grupo Conexão do Bem criou “GameShow” especialmente para o Hospital Santa Maria, onde pessoas que tratam de tuberculose ficam afastadas em alas de um prédio alto. O espetáculo tem a estrutura de um programa de auditório, no qual a plateia é convidada a participar ativamente, e o desenrolar das cenas e seus desfechos dependem da participação dos pacientes.

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A Cia de Teatro Íntimo, que costuma levar poesias aos hospitais, criou “A balada do amor através das idades”. O espetáculo conta a saga entre duas pessoas em seus desencontros amorosos através das idades, até que, na velhice, descobrem que são almas que se buscam há muitas vidas. No roteiro, poesias de Carlos Drummond, Vinicius de Moraes, Adélia Prado, entre outros.

A Cia Teatral Milongas criou o espetáculo musical “Os bambas”, explorando a comédia existente no universo do samba, a partir de composições de Noel Rosa, Adoniran Barbosa, entre outros.

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Percebemos a participação dos pacientes, acompanhantes e servidores nas apresentações. Isso proporciona momentos de alegria e descontração e possibilita o acesso à cultura no ambiente hospitalar”, conta Eliane Fernandes, da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.

Em anos anteriores, a atriz Ilana Pogrebinschi e o Milongas também tiveram no ambiente hospitalar a sua inspiração, criando “A montanha das três perguntas e outras histórias misteriosas” e “Contos fadados”.   

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Agradecemos aos artistas por aceitarem o desafio e irem além, criando novos espaços de interação entre a saúde e a cultura. Ver espetáculos nascerem nos hospitais, como bebês pequeninos e sensíveis a estímulos, é muito especial…

E, assim como aqueles, traz uma brisa genuína e renovada sobre o futuro dos hospitais.

Um pouco do que foi o Plateias Hospitalares nos parques do Rio

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Em 2015 o projeto Plateias Hospitalares extrapolou os hospitais e levou diversas apresentações teatrais gratuitas a parques do Rio de Janeiro.

Os espetáculos, que também foram aplaudidos por centenas de pacientes e profissionais de saúde, aconteceram no Parque das Ruínas e no Parque Madureira.

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Nada melhor do que curtir um trechinho das apresentações nos vídeos abaixo:

Grupo Massa com “Lendas da América Latina” – Parque das Ruínas

Cia de Teatro Íntimo com “Poesia ao pé do ouvido” – Parque das Ruínas

Fabiano Freitas com “Circo a céu aberto” e Os Tapetes Contadores de Histórias com “O homem que tinha memória” – Parque Madureira

Doutores recomenda: Hominus Brasilis

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Imagine a história da Humanidade contada por quatro atores em um palco de 2m². Da criação do universo até os dias atuais!

A Companhia de Teatro Manual apresenta Hominus Brasilis, espetáculo que traduz a saga da história humana a partir de uma linguagem cênica inédita em que se usa uma pequena plataforma, movimentos corporais e sonoplastia vocal.

Hominus_brasilis
Pacientes e profissionais de saúde já aprovaram esse belo espetáculo nos hospitais do Rio de Janeiro
, promovido pelo projeto Plateias Hospitalares. Neste mês, a peça é apresentada no Teatro Leopoldo Fróes, em São Paulo, nos dias 17, 18 e 19 de julho, com entrada gratuita. E Doutores recomenda!

Hominus Brasilis
17 e 18 às 20h e 19 de julho às 19h
Teatro Leopoldo Fróes – Rua Antonio Bandeira, 114 Santo Amaro – São Paulo
(11) 5541-7057 | ingressos distribuídos uma hora antes da sessão

Hominus_SP

O que mudou?

Artistas se inscreveram e voltaram neste ano para se apresentar nos hospitais públicos do Rio de Janeiro, junto a outras companhias, pelo projeto Plateias Hospitalares. Prato cheio para os pacientes, que vão assistir a seus incríveis espetáculos, cá ficamos com uma dúvida: o que mudou para estes artistas depois que experimentaram o hospital como palco?

O grupo Os Tapetes Contadores de Histórias se apresentou pela primeira vez em 2011 e não parou mais: os pacientes já viram Cabe na Mala?, Bicho do Mato e, agora, Palavras Andantes. O grupo se utiliza de objetos como tapetes, painéis, malas, aventais, roupas, caixas e livros de pano para compor cenários de contos autorais e populares de origens diversas, a fim de despertar o imaginário de crianças, jovens e adultos para as artes e a leitura.

O que mudou?

Warley Goulart, coordenador e contador de histórias do grupo, explica melhor as sensação de se apresentar no hospital:

Foi uma experiência incrível, impactante, uma que vez que o ambiente hospitalar é orientado pelo sentido da cura, do cuidado, o que nos exigiu uma habilidade de escuta e uma disponibilidade de doação maior que de costume. Conhecemos os pacientes, suas histórias, seus tratamentos, quem são seus acompanhantes. É uma história mais importante entre o artista e o paciente. A vida é construída num enredo que estamos fiando constantemente, com força e coragem. O amor que temos pelas histórias e pela arte nos permitirá atingir o lugar onde nasce a alegria e a coragem. É o que esperamos e como temos feito desde então. Desta forma, o espetáculo se adapta ao paciente, ao ambiente, aos tratamentos vigentes, aos enfermeiros que nos acompanham. É esperar a maca entrar, é esperar um soro ser trocado. Estamos todos juntos nisto tudo. Todos no momento presente e juntos em presença.

O que mudou?

E ele continua, desta vez falando sobre a bagagem que o projeto trouxe para o grupo:

(…) a capacidade de adaptação, de que forma as histórias podem ser inseridas dentro dos contextos em questão, diversos e delicados. Saímos do hospital com mais histórias do que quando entramos. Ir aos leitos e ver como cada criança reage ao seu processo de cura, observar os brinquedos que os acompanham, ver sorrisos e lágrimas, e levar doçura e irreverência para eles. A arte sonha com um mundo melhor e no hospital isto é muito mais visível, porque a questão da sobrevivência e da felicidade estão na berlinda. Por isso, sonhar com um futuro melhor é acreditar na cura e na continuidade da vida, em sua beleza própria.

Fabiano Freitas, que em 2012 levou o espetáculo Triciclo para oito hospitais, se apresenta neste ano com Circo a Céu Aberto. Artista de rua, ele conta que precisou adaptar suas criações para o ambiente hospitalar.

O que mudou?

O que mudou?

Tenho a rua como meu ofício e apresento muito em praças públicas analisadas com antecedência para que tudo saia bem pra mim e para aqueles que estão assistindo. A arte de rua permite atuar com mais intensidade, em movimentos, números, emoções. Com números muito técnicos, como monociclo e perna de pau, e também com palhaçaria clássica, movimentos mais extravagantes. No espaço hospitalar, aprendi a ter um pouco menos desta intensidade da rua e oferecer momentos mais lúdicos, mais minimalistas em termos de movimentos e emoções.

Que experiência! O projeto Plateias Hospitalares abre editais anuais para que grupos do Rio de Janeiro se inscrevam e levem suas criações para o hospital. Fique atento ao nosso site para saber quando será o próximo edital. Enquanto isso, que tal dar uma olhada na programação do projeto em agosto, que começa amanhã? Veja a programação aqui!

 

Da Semana Nacional de Humanização

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Entre 7 e 11 de abril, o Ministério da Saúde realizou em diferentes cidades brasileiras a Semana Nacional de Humanização, em continuidade às celebrações de 10 anos da Política Nacional de Humanização (PNH), iniciadas em 2013. A Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro convidou a organização Doutores da Alegria para participar de um debate sobre saúde e cultura.

Soraya Saide, nossa coordenadora de Formação, participou de uma mesa redonda falando sobre o papel do palhaço no hospital. Também compuseram a mesa profissionais da área de Psiquiatria, da Rede de Terreiros, da Casa do Índio e da Rede Fitovida. À tarde rolou um debate entre grupos artísticos e apresentamos o projeto Plateias Hospitalares, seguido de uma apresentação do Bando de Palhaços, nosso parceiro no Rio de Janeiro. 

Durante a Semana Nacional de Humanização, mais de 700 atividades foram propostas por instituições que constituem a rede de saúde do país, com o objetivo de estimular a mobilização e a reflexão de gestores, trabalhadores e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) sobre avanços e desafios para a humanização.

Foi um dia de intensa troca de experiências e intercâmbio cultural. Veja as fotos!

 

Soraya Saide, coordenadora de Formação do Doutores da Alegria:

O grupo Bando de Palhaços, nosso parceiro no projeto Plateias Hospitalares:

 

Alunos de Medicina conhecem projeto Plateias Hospitalares

Pra quem não sabe, o Plateias Hospitalares existe desde 2009 no Estado do Rio de Janeiro e convida grupos artísticos locais para se apresentarem nos hospitais. É uma forma de encarar o ambiente hospitalar como se fosse um teatro mesmo, com diversas apresentações artísticas abertas à comunidade. E é aberto mesmo: a comunidade ao redor dos hospitais vai sempre assistir.

Os alunos foram junto com a médica e professora Elizabeth Clarkson e se dividiram em duas partes para acompanhar o cortejo do Bando de Palhaços pelas enfermarias do hospital. Segundo Elizabeth, “temos uma preocupação em desconstruir a imagem do médico tradicional que só prescreve remédio e lida com a doença. Durante a apresentação do Plateias Hospitalares, vimos, na prática, como a arte pode lidar com a saúde. E é importante que eles levem essa percepção para a vida profissional.”

Amanhã, 11 de abril, começa a nova rodada de apresentações nos hospitais do Estado. Acompanhe.

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Bloco da Seringa Solta

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Quem não chora não mama
Segura meu bem, na muleta

No Bloco da Seringa Solta
tem paciente e enfermeiro!

A marcha do Bloco da Seringa Solta resume bem o clima que marcou o carnaval promovido pelo programa Plateias Hospitalares no Rio de Janeiro. Junto com o Bloco do Miolinho Mole, que percorre os hospitais do Recife, o Seringa Solta faz parte da ideia dos Doutores da Alegria de levar o carnaval de rua para dentro dos hospitais.

Clarinete, violão, bumbo, caixa, cazu e até uma flauta. Músicos e palhaços afinados, estandarte pronto, hora de partir! Os sete hospitais visitados – Adão Pereira Nunes, Alberto Torres, Azevedo Lima, Eduardo Rabello, Rocha Faria, Santa Maria e Tavares Macedo – proporcionavam emoções diferentes. Mas, em todos, a mesma calorosa recepção! E não por causa dos 40 graus que fazem na cidade, mas pelo brilho nos olhos daqueles que não poderiam curtir a folia momesca fora dali.

Além do hino criado especialmente para o Bloco, o repertório incluía marchinhas tradicionais como Abre Alas, Saca Rolhas, Mamãe eu Quero e Clarins. Máscaras, tiaras, passinhos e trenzinhos podiam ser vistos em cada canto dos hospitais. Mesmo no mais inesperado dos lugares, ninguém ficou de fora. Do refeitório à administração, passando pela diretoria, emergência e enfermarias. Por onde houvessem pessoas, lá estava o Seringa Solta!

Os funcionários e pacientes de coração aberto para nos receber e alguns já aguardavam fantasiados com as marchinhas na ponta da língua. No hospital geriátrico, idosos do centro de convivência montaram sua própria banda que, muito afinada, engrossou o coro junto com a gente. Em outro hospital tivemos até participação especial de um músico funcionário, que acompanhou o cortejo, do início ao fim, sem perder o ritmo.

Cada um desses sete dias foi, de fato, especial. Fechamos o carnaval com a sensação de missão cumprida e com a certeza de ter deixado um rastro de alegria pelos corredores por onde passamos, assim como na lembrança de cada um que permitiu que esse trabalho fosse possível. E quem sabe levamos o bloco para as ruas no próximo ano? Olha o Seringa Solta aí, gente!

Até o próximo carnaval!

De trás pra frente (ou retrospectiva)

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Dezembro traz consigo os últimos momentos de 2011. É hora de olhar para trás e ver todas as nossas realizações, as nossas conquistas e desejos. Também é hora de ver o que não deu pra fazer e o que a gente pode melhorar.

O registro mais completo de tudo isso é representado pelo nosso queridíssimo Balanço 2011, mas enquanto ele não fica pronto, a gente faz um mini-Balanço – ou um quase-Balanço. E pra começar, uma mensagem do Wellington Nogueira, fundador e coordenador geral dos Doutores da Alegria:

“2011 foi o ano em que começamos a nos ver como um grande organismo, formado por artistas, administração, parceiros, amigos, doadores, público e hospitais. Um ano em que realizamos a Conferência de Busca de Futuro com toda nossa equipe e convidados especiais de diferentes áreas de atuação para nos ajudar a escolher que caminho trilhar em direção a uma cultura de alegria.

A partir desse evento não era mais possível fazer nada em separado, mas manter o espírito de grupo: tivemos a participação de todos os atores na construção do projeto de Lei Rouanet 2012; sinergia das sinergias, e quando nos colocamos no caminho certo, as coisas acontecem, o universo conspira e fomos contemplados com o planejamento estratégico da parceria Ashoka McKinsey, que nos ajuda a materializar os passos e ações para esse futuro de alegria – vem novidade por aí, aguardem! – a cumplicidade ainda maior com os profissionais de saúde nos hospitais nos ajudando a entregar um trabalho melhor para as crianças; o novo público das Plateias Hospitalares que estamos conhecendo: adultos, idosos e jovens e o público externo, com quem compartilhamos esses saberes através dos eventos. Se esse mundo está enfermo, é preciso tratá-lo, e isso começa em cada um de nós. Portanto, se você acredita num futuro de alegria, venha fazer parte dessa construção!”

No início do ano realizamos a Conferência de Busca do Futuro, um evento que contou com a presença de amigos e parceiros e onde discutimos os novos rumos para a instituição. Foram três dias intensos que nos trouxeram muitas novas descobertas e desafios.

 

Belo Horizonte
Depois de muita “caça”, agregamos mais um palhaço à nossa trupe – o Dr. Chicô Batavô (Nilson Domingues) – e iniciamos os trabalhos no Hospital da Baleia.

O Menor Festival Mineiro de Palhaços do Mundo, encenado pela trupe de BH, saiu pela primeira vez da sede e fez parte da programação do Festival Mundial de Circo em setembro. Ô trem bão!

Rio de Janeiro
O projeto Plateias Hospitalares, que encara o hospital como espaço de vida e, portanto, de arte, deixou de ser piloto e ultrapassou a marca de 160 apresentações no Rio de Janeiro.

São Paulo
A temporada do espetáculo Cuidado! Palhaços trabalhando, apresentada por jovens palhaços, encerrou-se em novembro com uma bela apresentação na Oficina cultural Oswald de Andrade. Junto com ela, também terminou a formação da quarta turma de jovens palhaços dos Doutores da Alegria. Está aberto o edital para a quinta turma.

O programa Palhaços em Rede, lançado em 2007, ultrapassou neste ano a marca de 550 grupos cadastrados por todo o país. São palhaços amadores e profissionais que procuram a qualidade do que é levado para a criança ou adulto hospitalizado.

Recife
A unidade Recife está de casa nova: mudou-se para a Rua Bispo Cardoso Ayres, em Boa Vista.

O musical Poemas Esparadrápicos, encenado pela trupe de Recife, percorreu quinze cidades do interior paulista. A unidade Recife também levou para os palcos, pela primeira vez, a sua versão da Roda Besteirológica.

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Alguns números


Neste ano, mais de 80 mil crianças hospitalizadas foram visitadas pelos besteirologistas. Pelos espaços culturais de todas as unidades passaram quase 1.000 pessoas e mais de 11 mil assistiram aos espetáculos dos Doutores. A Escola levou a linguagem do palhaço a mais de 70 alunos e 26 jovens artistas se formaram na arte do palhaço em um curso com duração de dois anos.

No Rio de Janeiro, o Plateias Hospitalares alcançou 9 mil pessoas nos hospitais públicos do Estado e as Oficinas Boas Misturas – muitas delas tendo acontecido no Rio – chegaram a 348 profissionais de saúde. O Bloco do Miolo Mole, tradicional no pré carnaval recifense, levou às ruas do Recife Antigo mais de 2.300 pessoas, mostrando que “cabeça dura tem cura”.

E já que não é preciso quebrar o pé para ver os Doutores da Alegria, quase 30 mil funcionários entraram em contato com a cultura da alegria por meio de palestras e intervenções em empresas.

Aos nossos parceiros, patrocinadores e doadores, um muito obrigado do fundo do coração por acreditar em nosso trabalho e torná-lo possível.

Aqui no Blog, até agora, já foram 89 postagens neste ano. A você, paciente leitor, a nossa mais pura narigada – e aguenta aí que o ano ainda não acabou. O Blog continua na ativa até o final de 2011, espalhando muita, mas muita alegria!

equipe São Paulo

Obrigado! :0)

Um doce encontro

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No último mês participamos da comemoração do Dia do Idoso no Hospital Estadual Eduardo Rabello, no Rio de Janeiro. Foi uma data muito especial que nos fez refletir sobre a importância da nossa nova atuação junto a adultos e idosos.

O diretor do hospital, Edson Nunes, nos convidou para a confraternização e a Orquestra Voadora tratou de animar todo mundo!

Veja mais fotos aqui.

O dia do idoso no mês da criança

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Outubro chegou!

No Rio de Janeiro, onde uma equipe dos Doutores coordena um trabalho de intervenções artísticas em oito hospitais públicos, o mês significa um recomeço.

Ontem, 3 de outubro, começamos mais uma etapa do projeto Plateias Hospitalares. O Hospital Estadual Rocha Faria recebeu o espetáculo Triciclo, da companhia Flor no Peito. Durante o mês, serão mais sete apresentações de grupos distintos, incluindo cortejos musicais com o Bando de Palhaços.

Os Tapetes Contadores de Histórias

Nos hospitais de São Paulo, Recife e Belo Horizonte, os Doutores da Alegria visitam a ala pediátrica. No Rio de Janeiro, com o Plateias Hospitalares, eles encontram adultos e idosos pelo caminho. Uma experiência incrível e muito sensível para toda a ONG. As fotos mais recentes do projeto podem ser vistas aqui.

E em pleno mês da criança, acontece a comemoração do Dia do Idoso no Hospital Eduardo Rabello.  A Orquestra Voadora fará uma apresentação com os Doutores da Alegria nesta sexta. Uma data especial dentro de um mês especial. Viva outubro!

Dra. Manela e Dr. De Derson