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Você imagina um ser humano pesando menos de um quilo? 

Bem, não é fácil de imaginar, não. Um ser humano que pesa menos que o prato do almoço da Dra. Juca! Mas sim, estas pequenas pessoas existem e muitas delas estão lá no berçário do Hospital Universitário. Ou no berçário do Hospital Barão de Lucena, em Recife.

Barão de Lucena - Lana Pinho-135

Todas as semanas as vemos crescer, engordar, aprender a mamar e, muitas vezes, aprender a respirar sozinhas! São pequenos heróis e heroínas que saem das barrigas das mamães antes do previsto e precisam lutar muito pra sobreviver.

E para isso, contam com uma equipe de profissionais de saúde que, além de muito carinho, possui um conhecimento e uma habilidade enormes para lidarem com essa batalha pela vida. Pais e mães também estão lá diariamente na luta com seus pequenos. Ah, eles ainda contam conosco, besteirologistas! 

Barão de Lucena - Lana Pinho-36

E é incrível vê-los crescer e sair do aquário, quero dizer, da incubadora… É que gostamos de chamar as incubadoras de aquário, ainda mais quando elas estão azuis e nossos pequenos usando óculos escuros. Muito lindos! 

Aproveitamos para fazer uma homenagem a estes pequeninos e aos profissionais de saúde no espetáculo Numvaiduê, que está em temporada até 29 de outubro no Teatro Eva Herz, em São Paulo. A música da cena é mais ou menos assim:

Como vai ser? O que vai ter nesse mundo tão azul?
O que será que tem detrás daquela porta
Uma estrada reta ou uma estrada torta?
Como vai ser? O que vai ter nesse mundo tão azul?

Tenho medo e tenho vontade
E a barriga da minha mãe já dá saudade
Como vai ser? O que vai ter nesse mundo tão azul?

Eu ouvi que nada é perfeito
Mas colo é colo, beijo é beijo e peito é peito!
Como vai ser? O que vai ter nesse mundo… Multicor?

NUMVAIDUÊ 3 - DNG

Juliana Gontijo, mais conhecida como Dra. Juca Pinduca, escreve do Hospital Universitário da USP, em São Paulo.